Pleno controlo

Frustrante ilusão

(English text under translation)
Como poderemos constatar... se a nossa mente se mantiver atenta às notícias... existem algumas empresas protegidas pelos senhores do poder que nos deveriam representar e salvaguardar os nossos interesses... no entanto, entendemos rapidamente que estes ali estão apenas para servir o seu próprio umbigo reagindo a estímulos externos para concretizar ou decidir em prol do “próximo” que lhe convier.
Ao desfolhar o jornal de hoje verifiquei o que já não me surpreende... os “Lucros da Banca disparam”... enquanto que o nível de endividamento dos portugueses tem vindo a crescer de uma forma drástica.
Eu, claramente, necessito de auxilio para compreender a forma de proceder dos políticos para com os concidadãos que os colocaram no poder... necessito de entender a razão pela qual esta classe não protege aqueles que mais necessitam... aqueles que, embora pertençam à percentagem mais significativa, mais desprezados são por essa classe considerada pela própria como superior.
Qual a fulcral razão pela qual, são aumentados, cada vez mais, quer os impostos quer as taxas ao povinho... esse que tanto lhe custa a vida?... e, por outro lado, qual a razão pela qual existem áreas de negócio, na nossa sociedade, privilegiadas, em relação às restantes, no que diz respeito a impostos... como sendo a banca?... este sector de actividade que, enquanto é solicitado ao povinho que aperte um pouco mais o seu cinto, tem os impostos (IRC) a quase metade do aplicável a quaisquer áreas de actividade... como resultado... somos frequentemente confrontados com lucros imensos a cada trimestre que passa... no outro lado da moeda, poderemos encontrar-nos, com a mais elevada taxa de endividamento da UE, próximos dos 118%... de uma forma rápida e fria, poderemos afirmar que os portugueses que atinjam um valor acima de 117%, já não lhes é possível... nem recorrendo aos subsídios de férias e de Natal... pagar apenas as suas dívidas.
É claro que a responsabilidade de tais números não puderam de forma alguma culminar num grupo económico... no entanto, a forma como somos constantemente atingidos, brutalmente, pela sua publicidade, deixa qualquer pessoa “consciente de que pode atingir, sem qualquer esforço financeiro de maior, o bem ao qual a sua necessidade acabou por lhe ser imposta.
Não poderemos, de forma alguma continuar neste desenfreado consumismos desnecessário, não nos podemos endividar mais... como lacuna, permanece a consciencialização... Quanto à banca... resta-nos acreditar que, tal como os cidadãos, aconteça o mesmo com as empresas.... deixemos de parte os compadrio e apliquemos de forma indiferenciada os impostos que a todos “doem”.
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